Manifesto do Partido Progressista da Povoa de Varzim,1897

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II Master de Verão em Política do IDP

II Master de Verão em Política do IDP

Programa

Curso Livre do Instituto da Democracia Portuguesa

Local: Âncora Park Lagos.

Datas: 11, 12 e 13 de Setembro de 2009

Horas: 16 horas lectivas e 12 horas de debate e confraternização, num total de 28 horas.

Director Científico: Prof. Doutor Mendo Castro Henriques

Director do Curso: João Gomes de Almeida

Vagas: 60

Propina: 120 euros (70 euros para associados do IDP) – jantares incluídos e almoço de sábado

Custos adicionais: Almoços de Sábado e Domingo (15 euros cada)

Indumentária: Traje de passeio

Inscrições : Paulo Rosario 96 3914392

Email : idportugal@gmail.com

Dia 11 de Setembro – Sexta-feira

12:00 – 18:00 – Acreditação dos Alunos, Palestrantes e Professores. Check-in no Hótel. Tarde livre.

19:00 – 20:30 – Políticas do Desenvolvimento do Algarve – Drº João Evangelista, Drº Mendes Bota, Paulo Rosário, Moderação por Eng. Frederico Brotas de Carvalho, Direcção do IDP.

20:45 – Jantar de apresentação do “Master de Verão em Política”. Intervenções de Fernando Nobre, Presidente da Assembleia Geral do IDP, do Director do Curso João Gomes de Almeida e pelo Presidente da Direcção do Instituto da Democracia Portuguesa Mendo Castro Henriques.

22:30 – 23:30 – Debate sobre o tema “Constituição 2.0 – Cultura, Economia, Política”. Com Drª Luísa Janeirinho, Raquel Paradela Lopes (JP), Dr. Ricardo Gomes da Silva, Dr. João Titta Maurício, Dr.ª Ana Zita Gomes (Deputada PSD)… (painel ainda não fechado)

23:30 – Festa do II Master de Verão IDP.

Dia 12 de Setembro – Sábado

10:10 – 12:00 – PAINEL Lemos, Vemos e Ouvimos; não podemos Ignorar! – Prof. José Adelino Maltez (ISCSP),- Prof. Mendo Castro Henriques (UCP – Lisboa). Dr. Pedro Vaz, Prof. Manuela Magno.

12:10 – 13:00 –.- Comunicação Política – João Villalobos, Consultor de Comunicação IPSIS/Brandia. (a confirmar)

13:30 – 15:00 – Almoço de Homenagem ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles com intervenção do próprio e de outros. Entrega da medalha de mérito do Master de Política do IDP.

15:10 – 16:00 – Política 2.0 – Dr. Rodrigo Moita de Deus, bloguer do 31 da armada.

16:10 – 17:30 – – Tema a definir – Dr. Pedro Lomba, Faculdade de Direito de Lisboa e Instituto Universitário Europeu. Dr. Henrique Raposo, IPRI e colunista Expresso.

17:30 – 18:00 – Intervalo para Prova de Vinhos.

18:10 – 19:30 – Painel de debate sobre blogosfera política com Drª Marta Rebelo, Deputada do Partido Socialista, presidente da mesa do PS/Lisboa e docente da Faculdade de Direito de Lisboa e Dr. Rui Castro (a confirmar), advogado, dirigente do CDS e coordenador do Blog de Direita da Revista Sábado.

20:30 – 21:30 – Jantar Convívio

23:00 – Momento músical e Prova de Cocktails.

00:00 – Festa do II Master de Política de Verão do IDP com o tema “Remember 80’s”. Bar aberto.

Domingo dia 13 de Setembro

11:10 – 12:00 – Workshop sobre Liderança nas instituições – Manuel Augusto Almeida.

12:10 – 13:00h – Política Agrícola em Portugal: Presente e Futuro – Eng. João Maria Condeixa e Jack Soifer

13:10h – Almoço / Tertúlia com entrega dos diplomas pelo Presidente Honorário do IDP D. Duarte de Bragança com a ementa elaborada pelo Chefe Hélio Loureiro, cozinheiro da Selecção Portuguesa de Futebol.

SIC – Bandeira monárquica hasteada na Câmara Municipal de Lisboa

Bandeira monárquica hasteada na Câmara Municipal de Lisboa
Um grupo auto-denominado Movimento do 31 da Armada hasteou esta segunda-feira de madrugada uma bandeira da Monarquia na varanda da Câmara de Lisboa, uma iniciativa destinada a “restaurar a legitimidade monárquica”.

A colocação da bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho, reivindicada ao início da tarde pelos autores do blogue “31 da Armada”, decorreu durante a noite “apesar da forte vigilância policial”, e foi filmada pelo próprio movimento, que disponibiliza as imagens em vídeo.

A colocação da bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho, reivindicada ao início da tarde pelos autores do blogue “31 da Armada”, decorreu durante a noite “apesar da forte vigilância policial”, e foi filmada pelo próprio movimento, que disponibiliza as imagens em vídeo.

Segundo um comunicado do grupo, divulgado a partir do seu “posto de comando”, a “inédita acção de guerrilha ideológica” constituiu um contributo para as comemorações do centenário da República, a assinalar em 2010, e permitiu “restaurar a monarquia”.

“Há 99 anos atrás, no dia 5 de Outubro, um punhado de homens, contra a vontade da maioria dos portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando a República. E o resto do país ficou a saber por telegrama”, refere o 31 da Armada, acrescentando que a Internet foi agora o meio de divulgação escolhido.

Numa comunicação posterior, perto das 16h00, o movimento referiu que a bandeira já tinha sido retirada, mas deixou um aviso: “Durante uma noite e uma manhã houve monarquia em Portugal. Não foi mau para início de conversa. Até 5 de Outubro de 2010 ainda têm muito que aturar”.

O “31 da Armada” sublinhou ainda que “quem retirou a bandeira azul e branca da varanda da Câmara incorre no crime de profanação de símbolo nacional”.

Câmara apresenta queixa

Segundo um comunicado da Câmara, a bandeira com as armas da monarquia foi retirada hoje de manhã da varanda principal do edifício, após ter estado hasteada “algumas horas”, “substituindo indevidamente a bandeira com as armas da cidade que entretanto desapareceu”.

“Na sequência do incidente, o município de Lisboa tomou medidas no sentido de averiguar as circunstâncias em que este ocorreu, tendo participado o caso às autoridades competentes”, refere o documento.

Um acto fácil

O Movimento 31 da Armada revelou que foi “muito mais simples do que se pode imaginar”, tendo exigido apenas um escadote de três metros e “alguma cautela”.

“Foi uma operação muito simples, feita pela fachada com um escadote de três metros e com alguma cautela, tendo em conta que há uma esquadra e o Ministério da Justiça ali perto”, explicou Rodrigo Moita de Deus.

Rodrigo Moita de Deus sublinhou que a bandeira da Câmara Municipal que foi retirada “foi tratada com dignidade”, mas recusou-se a especificar o seu destino.

Lusa

Chiça ! que grande bacorada !

Maria João Pires no Blogue Jugular insurgiu-se da seguinte forma :

“Chiça

14 anos depois da morte de Alcino Monteiro a SIC insiste em referir-se a ele como “cidadão cabo-verdiano”. Era português, negro e português!”

Ao qual respondi da seguinte forma :

Chiça ???

A mim faz-me confusão alguém estar preocupado com a origem geográfica da pessoa e não estar preocupado com a sua identidade ! Acho uma falta de sensibilidade apelidar alguém de cor como “negro”, para quem não sabe …  dizer isso a alguém de cor é ofende-lo ! O simples facto de “negro” tem conotação da escravatura ao contrário de “preto” que eles preferem e conhecem como sinal de respeito.
Não sou de modo nenhum racista, ao longo da vida tive amigos pretos que sempre me respeitaram pelo facto de os tratar como iguais … Facto que não podemos de forma alguma escamotear é o profundo racismo existente em África entre as várias etnias, quem veio de lá ou tem familiares sabe bem o que digo … sinal profundo desse fosso foi o massacre no Ruanda.
Quanto ao resto preocupem-se com os vivos porque dos mortos já não há nada a fazer …

Miguel Esteves Cardoso é de Esquerda !

Miguel Esteves Cardoso (o «méquinho», para os adversários), anglófilo por formação, e ícone dos jovens da reaccionária geração cavaquista da passada década de 1980, quando o capitalismo neo-liberal e o consumismo de hipermercado invadiu Portugal, eliminando os vestígios dos anos de luta política, e anestesiando todo um país com os subprodutos e os gadgets do consumismo mais desenfreado do american way of life, confessa agora, em entrevista à revista Visão, que virou à esquerda.
Vamos ver se os seus antigos admiradores, muitos deles, hoje bem integrados na vida, seguindo à risca o que MEC lhes pregava, vamos ver se esses mesmos pacóvios não seguirão também o seu ex-herói de pacotilha, e abrem os olhos para ver em que é que Portugal se transformou, por efeito da recuperação capitalista de Cavaco e companhia… à custa dos ingénuos de sempre.

As palavras de MEC:

“Virei à esquerda, na vida. Na política, muito! Estou ao lado dos pobres e dos fracos. A direita política não toma conta deles. Percebi que é um conjunto de queques e betos, vivendo uma existência paralela. Posso ser conservador, defendendo o pobre, o trabalhador. A esquerda aliás, é conservadora: não gosta que se estraguem as coisas, defende os pequenos produtores, o que é português, isso tudo. Esta crise deu para notar que a direita está cada vez mais cristalizada na defesa do patrão e do capitalismo. Esses cabrões estão a jogar com abstracções totais, mas que afectam as nossas vidas.”
Miguel Esteves Cardoso, in «Comer, beber, esquerda… volver!» entrevista de Miguel Carvalho, Visão.

As primeiras páginas do recente livro «Em Portugal não se come mal», de MEC,

www.scribd.com/doc/6179360/Em-Portugal-Nao-Se-Come-Mal

Posso escrever isto? – Miguel Esteves Cardoso

No editorial de ontem, José Manuel Fernandes anunciou que o PÚBLICO vai desobedecer à directiva da ERC que quer calar os comentadores que são candidatos eleitorais. Também a confederação das empresas de comunicação considerou “inaceitável” essa mesma directiva.
É sempre mau quando alguém quer que outros não escrevam. No editorial de ontem, José Manuel Fernandes anunciou que o PÚBLICO vai desobedecer à directiva da ERC que quer calar os comentadores que são candidatos eleitorais.
Ou que não se possa publicar o que escrevem. É censura. Discutir as circunstâncias é cair na armadilha de avaliar o que deve ou não deve ser censurado.
É estranho que uma entidade que se diz de comunicação social se dedique tão intensamente a restringir a comunicação social. Faz medo. Se a ERC determinasse que todos os candidatos eleitorais deveriam ter uma coluna nos jornais a estupidez seria a mesma, mas, apesar de tudo, faria menos medo. É impedir que se escreva, e impedir que se publique que faz medo. Para que servem então os directores de jornais e os tribunais, para não falar dos próprios comentadores, que têm o direito de decidir como se vão comportar no que escrevem?
Leva um bocadinho de tempo a perceber o que é a liberdade de expressão e Portugal só a tem há 35 anos. Ainda subsiste a ideia que “há coisas que se escrevem” e “coisas que não se escrevem”. Ainda subsiste a noção que é bom que haja outros escribas, moralmente melhores do que nós, que nos digam o que (e quando) devemos ou não escrever. A liberdade, neste caso, é não ligar ao que diz a ERC. Se ainda ligamos, é porque também nós ainda não estamos inteiramente livres.

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