Telegrama de Dilma Roussef a D.Duarte de Bragança


Duque Dom Duarte de Bragança

Casa Real Portuguesa 

BRASÍLIA (DF)
Alteza
Agradeço-lhe a gentileza das congratulações enviadas por minha eleição a Presidência da República federativa do Brasil.
Estou confiante na continuidade das relações harmoniosas entre nossos países para a felicidade de ambos os povos e como contribuição para a paz mundial.
Atenciosamente
DIlma Roussef
Presidenta Eleita da República Federativa do Brasil
Carregue na imagem para ler

Fonte : Instituto da Democracia Portuguesa

Quando o regime esquece os direitos das mulheres

Carolina Beatriz Ângelo

Nascida na Guarda em 1877, médica, cirurgiã, activista política, membro da Liga das Mulheres Repúblicanas, foi a primeira mulher em Portugal a exercer o direito de voto. A exposição foi seleccionada e aprovada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República – CNCCR, e fará parte integrante do conjunto de iniciativas promovidas por esta comissão.

Ora temos de ter em conta que esta mulher ousou votar nas primeiras eleições republicanas a 28 de Maio de 1912 aproveitando as indefinições existentes no enunciado da Lei.  Aproveitou uma cláusula da Constituição de 1911 onde só podiam votar “chefes de família” não especificando o sexo. Na sequência da controvérsia, é aprovada pelo senado em 1913 a Lei Eleitoral da República (nº 3 de 3 de Julho) onde pela primeira vez num texto legislativo se determina expressamente o sexo dos cidadãos eleitores masculinos.
O mais caricato no meio disto tudo é a Comissão do Centenário comemorar um dos mais flagrantes golpes da república contra os direitos das mulheres, já não chegam os cartões de Natal com a república ou até mesmo os spots publicitários da CNE a fazer propaganda ao Centenário. No meio deste nevoeiro de  hipocrisia o Povo cada vez mais tem noção do que está realmente em jogo, não é a república mas sim Portugal que foi esquecido.

Fontes AQUI e aqui

Local : Museu da Guarda, Entre 24-06-2010 e 31-12-2010

Viva a Liberdade !!!

Inauguração da Estátua de José Estevão em Aveiro
Arquivo de Morais Sarmento, Aveiro

Crise

O Presidente Lula  disse publicamente que ajudaria Portugal o máximo que estivesse ao seu alcance, nada foi ao acaso. D.Duarte enviou uma mensagem de parabéns à nova presidente do Brasil Dilma Roussef, o partido dela e do Lula publicou a mensagem online aqui http://pagina13.org.br/?p=5011 , isto foi em sequência da visita de D.Duarte ao Brasil em Setembro onde se encontrou com vários ministros brasileiros do governo de Lula, ele foi apelidado por eles como sendo o “Príncipe Democrata de Portugal”, a família real brasileira é má vista pois está ligada a grupos de extrema-direita católicos.
No meio desta Crise económica o nosso país tem de ter escolhas, ou se deixa refém da União Europeia e nomeadamente da Alemanha, ou aceita o apoio de países da CPLP com os quais tem centenas de anos de história comum como o Brasil ou Timor ou até mesmo Angola ( todos estão dispostos a ajudar Portugal a sair do fosso ). E claro a questão da soberania e independência pode-se colocar nestes termos, se Portugal for ajudado pelos países irmãos não ficará dependente de um monopólio de um só país que não está interessando em melhorar a produtividade portuguesa.
A economia do Brasil está a crescer  assim como a Angola também está a crescer, temos a língua que nos une, talvez o 5ª Império que Fernando Pessoa não esteja tão longe … a união pela língua portuguesa. O objectivo no meio disto tudo é simples, criar uma união económica entre Portugal e o Brasil da mesma forma que a Inglaterra tem com os EUA, deixamos de estar dependentes de ingleses ou alemães, continuamos na mesma a pertencer à União Europeia da mesma forma que a Inglaterra pertence. A CPLP tem de deixar de ser uma declaração de intenções.
Em centenas de mensagens que Dilma Roussef recebeu a dar-lhe os parabéns o seu partido o PT congratulou-se com a mensagem de um mero representante de uma casa real que não é nenhum Chefe de Estado, esta atitude vinda de um partido como o PT com tradições de Esquerda demarcada é sintomática de que os interesses e o futuro dos povos está acima de interesses políticos

DECLARAÇÃO DO DEPUTADO LUÍS COIMBRA NO PARLAMENTO EM 31/01/1980


O Sr. Luís Coimbra (PPM): – Sr. Presidente, Srs. Deputados: Ao ser aqui evocada a tentativa revolucionária do 31 de Janeiro, o Partido Popular Monárquico não pode deixar igualmente de referir o significado desta data.
Portugal vivia em 1891 ainda sob a indignação provocada pelo ultimato que ameaçava o nosso Império Ultramarino e – ironia do destino – no próprio dizer desse notável causídico republicano que foi João Chagas, tinha sido, aliás, este acontecimento «… a causa única do movimento revolucionário do Porto, que sem ele nem encontraria medo idóneo em que se consumasse, nem agentes que o provocassem».

Nesta data, saudamos, porém, simbolicamente, nas pessoas do alferes Malheiro, de Basílio Teles, de Sampaio Bruno, do Dr. Alves da Veiga, de Miguel Verdial a Santos Cardoso, a inteligência, a argúcia política, a própria irreverência dessa geração de republicanos impolutos.

Todos eles acreditavam, de acordo com as suas convicções, que a implantação da República seria a melhor maneira de redimir a Pátria da incapacidade e inépciareveladas por muitos dos políticos de então, de a libertar da corrupção quese instalara na administração pública, da confusão generalizada, estupidamente tantas vezes assacada aos «excessos» de liberdades que a monarquia constitucional proporcionara.
Triste ilusão!
Os homens do 31 de Janeiro não podiam prever que passados dezassete anos da sua tentativa revolucionária e em nome dos seus «ideais, um chefe do Estado e um grande português – el-rei D. Carlos I -, fosse barbaramente assassinado por dois energúmenos, faz amanhã, dia 1 de Fevereiro, setenta e três anos acontecimento esse, que como os Srs. Deputados sabem, na altura enlutou a Nação inteira.
Os homens do 31 de Janeiro não podiam, de facto, prever que em tão curto espaço de tempo de vigência do regime pelo qual se tinham batido, e sob de, Portugal viesse a sofrer o mais longo período de ditadura que a nossa história de oito séculos de liberdade regista.
Desinteressadamente esses homens valorosos do 31 de Janeiro, prelúdio do 5 deOutubro de 1910, arriscaram a vida apenas movidos pelos seus ideais, tal como muitos daqueles que em 16 de Março de 1974 avançaram das Caldas da Rainha para Lisboa em busca de um 25 de Abril traído pela revolução do quase-nada e das reformas de coisa nenhuma.
E estes, e aqueles que hoje evocamos, não podiam igualmente prever as arbitrariedades, a corrupção, as mentiras, a falta de patriotismo quando não a traição que tem caracterizado em muitos aspectos os últimos anos do regime implantado em 1910.
Mas a História acontece e só acessória ou posteriormente se faz dela juízo,
Por isso, a todos os adversários ou até mesmo aos nosso aliados que estão convictos dos seus ideais e da grandeza das suas intenções, como era o caso dos revolucionários do 31 de Janeiro, nós, populares monárquicos, manifestar-lhes-emos sempre a nossa consideração, já que é também pelo seu exemplo que cimentamos a certeza da razão do nosso combate, por um Portugal mais livre, mais justo, mais próspero e mais universalmente português. E daí, Sr. Presidente e Srs. Deputados, a nossa homenagem sincera aos homens do 31 de Janeiro de 1891, efeméride aqui hoje evocada.
(Fonte: Somos Portugueses)

Tem a palavra o sr. Deputado Luís Coimbra! ( em resposta a António Vitorino)

À medida que se aproximava a oportunidade da revisão constitucional de 1982 a Aliança Democrática debatia a necessidade de desprogramatizar e desideologizar a Constituição. A 1981-06-11 Barrilaro Ruas (PPM), defende que a Constituição adopte formas de democracia directa de natureza referendária. Borges de Carvalho coloca a opção entre a democracia pluralista ou socialismo obrigatório. António Vitorino (UEDS) responde a Borges de Carvalho, que a Frente Republicana e Socialista quer uma alternativa democrática e progressista ao poder liberal-conservador da AD e há uma ideia fundamental da Constituição que quer preservar: é a República por muito que isso não agrade ao Grupo Parlamentar do PPM”. E lança o repto se o PPM está ou não disposto a demarcar-se clara e inequivocamente de posições de Monárquicos de direita. Em resposta, Luís Coimbra (PPM) declara que António Vitorino não pode confundir regime democrático com regime socialista. “Sr. Deputado, quero lembrar-lhe que, se existem fascistas entre monárquicos, olhe V. Ex.ª para os seus colegas republicanos, porque aí não só existem fascistas, como também comunistas, que, como sabe, são inimigos da democracia pluralista, tão defendida pela sua e pela minha bancada. Somos monárquicos e democratas, embora aceitemos que o Sr. Deputado possa tirar daí outras conclusões. Agradecia também que, quando falasse em Monarquia, não se esquecesse que em 70 anos de democracia o nosso país já viveu 48 anos de ditadura debaixo da II República.”

Fonte BLogue Duas Cidades de MCH

 

Colóquio Internacional – Sophia de Mello Breyner Andresen


Espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen
Doação do Espólio, Exposição e Colóquio

Assinalando a entrega do Espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen à Biblioteca Nacional de Portugal, terá lugar, no edifício desta instituição, no dia 26 de Janeiro de 2011.

Mais informações AQUI

Reações – D.Duarte a Presidente

Os reis de Portugal, tenho deles uma boa recordação dos tempos de escola, da escola primária.Sabíamos a cronologia completa dos reis de todas as dinastias, sabíamos pormenores disto e daquilo, havia muita manipulação, claro.Tinha os meus reis preferidos, D. Afonso Henriques, D. Dinis, D. João I, D. Pedro V.
Mas o D. Afonso VI, o 2º rei da dinastia de Bragança era o que despertava mais a minha curiosidade, não percebia muito bem aquela história de ele ter perdido o trono e a mulher para o próprio irmão, chocava-me que o rei tivesse acabado tristemente os seus dias naquele palácio de Sintra preso no seu quarto, enquanto o irmão se regalava. Uma história de família provavelmente como muitas outras, entre os senhores das monarquias devia ser mais ou menos assim, era a justificação que dava a mim próprio.

Da República, a escola primária não me deixou propriamente recordações. Presidentes da República? Havia alguns nomes, mas referências, histórias, nada disso, vazio total. As Repúblicas não têm história, pelos vistos. Na primeira República, os presidentes eram eleitos por uns comités que mandavam no parlamento.

Na República do Salazar, o presidente passou a ser eleito, não sei desde quando nem por que razões, por sufrágio universal. O povo passou a ser chamado a votar, inovação extraordinária para uma ditadura, estava muito segura dos seus apoios, deve ser o caso.
Mas, depois das eleições em que o Delgado foi vencido pela trafulhice geral, comandada pela pide e pelos lacaios da união nacional, o partido do Salazar, este decidiu acabar com essa história do sufrágio universal. Acabou-se, o Américo Tomás passou a ser eleito por um colégio reservado ao pessoal da assembleia nacional salazarista.
Percebe-se que, depois de 1974, a Constituição do novo regime tenha decidido que a eleição do Presidente da República passaria de novo a ser feita por sufrágio universal. Era a revolução, donc, passemos a palavra ao povo.

Mas foi uma mudança cheia de ambiguidades. De revisão em revisão constitucional, foi-se passando de um regime semi-presidencialista para um regime semi-regime, ou seja, confuso à boa maneira portuguesa. Ou seja, racionalidade, clareza, transparência, responsabilidade, nada disso tem a ver com a nossa Weltanschauung como gostam de dizer os alemães.

Assim, passámos a eleger, nós, o povo, um tipo que é suposto ser o vértice, o dirigente mais importante do Estado, aquele que toma as grandes decisões, aquele de que toda a gente espera principalmente nos momentos mais difíceis que tome as grandes, as complicadas e decisivas decisões. Era isto que se esperava, mas num regime semi-regime, a lógica diz-nos niente, nada, tenham juízo.
Oh, Cavaco, o que é que tens andado a fazer durante todos estes anos de presidente? Andaste a preparar o teu segundo mandato, não foi?
Grande economista, onde é que estavas em Setembro de 2008, quando já toda a gente via a maldita da crise a cair-nos em cima com as garras afiadas?

Andavas a divertir-te com as escutas lá no teu pequeno palácio ali em Belém, tens-te sentido na pele dum reizinho ameaçado pelas intrigas dos teus cortesãos? Divertido, pas vrai?

Divertiste-te mais com aquela história do estatuto dos Açores ou com história das escutas?
E o que é que vais fazer agora, quais são os teus planos para o novo mandato?
Será que tens mesmo planos, ou será que estás apenas à espera que talvez a certa altura alguém te reconheça e tu próprio te sintas finalmente como uma pessoa importante na história deste pequeno país?
Vais ser eleito, o povo é quem mais ordenha, é seguro, o povo é sereno já dizia o Pinheiro de Azevedo no Terreiro do Paço.
Bendita serenidade, por mim ficava mais sereno se o povo resolvesse acampar no Terreiro do Paço e só de lá saísse quando tu te fosses embora, tu e os teus amigos, que são inúmeros, nem sequer vale a pena pronunciar os seus nomes.
Todos os políticos são iguais na sua insignificante vaidade e mediocridade?
Ontem ouvi o companheiro Duarte de Bragança na televisão. Gostei de ouvir o homem, é-me simpático, se calhar isso terá a ver com alguma nostalgia infantil pelos antigos reis de Portugal.
É também verdade que me reconheço no discurso dele.
Defendeu o cooperativismo, falou do António Sérgio, não parece que goste muito nem do mercado nem do PPM, foi expulso de Angola pela pide e agora quer obter a cidadania timorense.
Em alternativa à união europeia de má memória, defende uma aproximação ao Brasil e aos outros países lusófonos, ou seja, quer que a CPLP passe a ser a nossa UE.  Por mim, não tenho nada contra, tudo pelo contrário. Angela Merkel, Durão Barroso, Sarkosy, Berlusconi, o que é que eu tenho a ver com essa gente?
Oh! Duarte de Bragança candidata-te a rei-presidente, prometo que votarei em ti, companheiro!
Professor Doutor Mário Leston-Bandeira
Fonte : Blogue a Bela Moleira

Portugal deveria pedir apoio financeiro aos países lusófonos, sugere D. Duarte

De Rui Boavida (LUSA) – Há 4 horas

Lisboa, 01 dez (Lusa) — O Chefe da Casa Real portuguesa, D. Duarte de Bragança, defendeu hoje que Portugal se deveria virar para o espaço lusófono como alternativa a um eventual apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia (UE).

“Deveríamos tentar outras alternativas além do FMI e da UE”, considerou D. Duarte de Bragança, em declarações à Agência Lusa, à margem das cerimónias comemorativas da restauração da independência portuguesa e da homenagem aos heróis da restauração, que decorreram em Lisboa.

“Deveríamos tentar negociar. Assim como Timor disponibilizou o apoio a Portugal, o Brasil, pelo que sei, teria também interesse em apoiar Portugal”, afirmou o Chefe da Casa Real, acrescentando que a hipótese de um apoio de Angola seria também “muitíssimo interessante, como forma de fraternidade lusófona”.

Como um empresário Cavaquista funciona

Aí está o protótipo do empresário cavaquista, como você diz. Essa gente é muito boa a gerir um negócio nas seguintes condições:

1 – O governo, em troca da criação de “postos de trabalho”, paga a infra-estrutura, doa o terreno, dá incentivos fiscais e acelera a burocracia.
2 – Os bancos, graças às dimensões do negócio, cobram spreads ridículos na comparação com o que cobram aos pequenos, para não falar de que os bancos costumam ser accionistas destas empresas.
3 – Os fornecedores, por causa da posição desses grupos, são espremidos. No caso do continente chegam a ser obrigados a dar de graça a primeira remessa de mercadoria, a título de “teste”. E depois fazem preços menores que os cobrados aos pequenos.
4 – As câmaras começam a cobrar estacionamento nos centros urbanos, o que afasta a clientela dos pequenos negócios nas cidades. Em troca, muitas vezes, constroem infra-estrutura de transporte que passa nos continentes, ou avisam o grupo sonae onde elas vão passar para este comprar o terreno barato, de preferência antes da alteração do PDM.
5 – A cobrança de IMI não poupa quem possui um negócio num centro, mas é branda para com os continentes da vida, estrategicamente colocados em terrenos baratos e muitas vezes isentados de impostos por criarem “postos de trabalho”.
6 – A GALP, ao invés de dar um desconto directo, dá um talão que só pode ser descontado no continente.
7 – Aproveitando a falta de tempo do trabalhador moderno, e o facto de que as mulheres trabalham tanto quanto os homens, se dá um desconto em alguns artigos que as pessoas fixam mais os preços e se cobra muito mais no outros, que são colocados no caminho para os bens mais consumidos. Já fiz o teste e vi que os preços do continente são muito mais caros. Algumas vezes chegam a ser cinco vezes mais caros!
8 – As grandes empresas têm condições para serem SAs, ou até terem a sede lá fora, o que facilita em muito a vida com as finanças. Já as Lda. estão f… E nem vamos falar de como os grandes são bem tratados. O pequeno tem logo o seu negócio fechado.
9 – Numa economia super-regulamentada, só os gigantes podem possuir departamentos especializados em lidar com isso. Já o pequeno não pode lidar com o negócio e a burocracia ao mesmo tempo. Depois, há o poder de lóbi. Quem vai multar o continente (milhares de postos de trabalho ameaçados…)? Mas ao zé da esquina, ninguém liga.
10 – O grupo sonae pode fazer doações e dar empregos a muito gente dos partidos. O pequeno comerciante, se o fizer, fica com o negócio quebrado.
11 – Ainda podemos lembrar daquelas privatizações feitas por encomenda, sempre nos momentos oportunos. Há uns corticeiros por aí que compraram umas acções muito baratas e depois entraram para a lista dos mais ricos do mundo, quando o mercado se apercebeu do valor do que compraram. Hoje as bombas com o nome da empresa dão os tais talões que podem ser descontados no continente, e vice-versa.

O pior é que muitos idiotas liberais acreditam que defendem o mercado livre, quando na verdade defendem o socialismo das corporações. Enfim, para eles basta meter o rótulo “privado” numa empresa para acreditarem que ela favorece uma política de direita.

Fonte Blogue Estado Sentido

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