Monárquicos “embarcaram” numa viagem ao tempo do rei

Ontem à noite, na véspera do dia em que se assinala a implantação da República, a Causa Real “embarcou” numa viagem ao passado gritando “viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal” na baixa de Lisboa.

A Causa Real juntou cinco centenas de apoiantes do movimento monárquico e partiu de Belém no barco “São Jorge” em direcção ao Cais do Sodré.

Às 22h00 já os apoiantes do movimento ouviam música no “São Jorge”, dando início ao percurso que marcou o contributo monárquico às celebrações do ano do centenário da implantação da República em Portugal.

Uma hora depois a embarcação partiu em direcção ao Cais do Sodré, local que serviu como alternativa ao Terreiro do Paço, depois de a Transtejo ter recusado na sexta-feira o desembarque “simbólico” naquele terminal.

Ao contrário do previsto, os monárquicos deslocaram-se para o Largo de Camões sem passar pelo Terreiro do Paço, onde iriam homenagear o rei Dom Carlos I, que a 1 de Fevereiro de 1908 foi assassinado nas ruas de Lisboa, episódio que, dois anos mais tarde, abriu portas à implantação da República, a 5 de Outubro de 1910.

Depois de em Janeiro a autarquia de Lisboa ter ordenado a retirada da bandeira monárquica da sede da Causa Real, no Largo de Camões, este símbolo monárquico voltou a ser hasteado perante o olhar, e as vozes, de duas centenas de apoiantes da causa.

“Viva o rei, viva a monarquia, viva Portugal”, gritaram as duas centenas de pessoas, confiantes de que esta noite será “o início de uma nova era” para o movimento monárquico.

A chuva marcou o fim da iniciativa no Largo de Camões, com os apoiantes monárquicos a regressarem, às 00h30, ao barco “São Jorge”, para o regresso a Belém.

Dezenas de curiosos, que em véspera de feriado se deslocavam para o Bairro Alto, juntaram-se à Causa Real, e assistiram à partida dos monárquicos, que vêem no ano de centenário da República o início de uma nova era na luta do movimento pró-monarquia.

Segundo Paulo Teixeira Pinto, presidente da Causa Real, este ano de centenário da República pode ser o início de uma nova era para o movimento monárquico.

“É o primeiro dia de uma nova era. Acreditamos firmemente que este ano de centenário da república vai dar não só outra visibilidade mas outra importância e influência política ao movimento monárquico”, adiantou aos jornalistas o presidente da Causa Real.

Para o responsável, “a Causa Real acredita que é seu dever defender o ideal monárquico”.

“O rei é para reinar e não para governar. Pretendemos ser uma solução programática para o país, no sentido de que não somos uma alternativa de Governo e tudo quanto defendemos é a alteração da natureza do regime do Estado”, adiantou.

Fonte : http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1403701&idCanal=12

Publicado em:  on Outubro 5, 2009 at 6:54 pm Deixe um Comentário

República das Bananas – Cavaco Silva afasta Fernando Lima do cargo

Fernando Lima, responsável pela assessoria para a Comunicação social da Presidência da República, foi esta segunda-feira afastado do cargo por Cavaco Silva, depois de na passada sexta-feira o jornal ‘Diário de Notícias’ (DN) o ter denunciado como fonte do diário ‘Público’ no ‘Caso das Escutas’.

Fernando Lima, de 59 anos, iniciou-se me jornalismo no ‘Comércio do Porto’ e foi director do ‘DN’ de 2003 a 2004. Trabalhava como assessor e conselheiro do Presidente da República, Cavaco Silva, desde que este ocupou pela primeira vez o cargo de primeiro-ministro, em 1985.

A função passará a ser desempenhada por José Carlos Vieira, denominado no site da Presidência como ‘consultor’.

Recorde-se que no passado dia 18 de Agosto, já em altura de pré-campanha eleitoral, o diário ‘Público’ iniciou a polémica das escutas, com a publicação de notícias onde era assegurado que Cavaco Silva suspeitava estar a ser espiado por elementos ligados ao Governo chefiado por José Sócrates.

Fonte : Correio da Manhã

Publicado em:  on Setembro 21, 2009 at 9:15 pm Comentários (1)

Não esqueço Tiananmen …. Pela Democracia !!!

Tinha eu 14 anos e como eu todos os que têm mais de 30 anos lembram-se de como num só ano a máscara do Comunismo caiu, vi o Muro de Berlin a ser derrubado e vi a alegria nas caras de um povo oprimido, vi também o massacre em directo de milhares de pessoas que a única diferença era terem olhos em bico … lutaram pela Democracia e foram mortos em prol do ideal Comunista !

Vejam isto ! Afinal a Internet também é democrática !

Nunca entendi o Leninismo e nem o Maoismo que divergiram do Comunismo de Karl Marx ( ex-social democrata para quem não sabe ) para máquinas de ditaduras sem classes mas mais sectárias do que alguma democracia que eu conheço …
Há uma parte da nossa Constituição que proíbe o uso de símbolos de extrema direita como meios de propaganda em prol do fascismo, o mesmo também se devia aplicar às outras ideologias que colocaram em causa a nossa Democracia … lembram-se do PREC ? Processo Revolucionário em Curso ?

Publicado em:  on Setembro 15, 2009 at 10:25 pm Deixe um Comentário

Bibioteca Nacional – José Estêvão (1809-1862) / Luís de Magalhães (1859-1935)

MOSTRA EVOCATIVA | 06 Julho – 31 Outubro | Sala de Referência | Entrada livre
Fonte : http://www.bnportugal.pt/

foto-001_thumbJosé Estevão (1809-1862) foi e é unanimemente considerado o maior parlamentar português.

A vida política deste eloquente orador acompanhou as vicissitudes da implantação do liberalismo em Portugal após 1826. Combateu o miguelismo no batalhão académico, exilando-se depois em Inglaterra. Após a vitória de D. Pedro, que lhe concedeu a condecoração da Torre Espada pela sua coragem em batalha na guerra civil travada no Porto (1833), José Estevão combateu ao lado dos Setembristas por uma concepção mais democrática do liberalismo constitucional. Adversário de Costa Cabral, José Estevão celebrizou-se não só como notável orador parlamentar, mas também como combatente de armas na mão durante a Revolta de Torres Novas (1844) e na Patuleia (1847). Aderiu em 1851 à Regeneração.

Jornalista, principalmente na Revolução de Setembro, militar revolucionário, advogado de causas perdidas que conseguiu ganhar no tribunal dadas as suas qualidades tribunícias, professor de economia política na Escola Politécnica, José Estevão é recordado, assim como seu filho Luís, nesta mostra da BNP, como incansável lutador pelas suas ideias e pai extremoso, tendo morrido inesperadamente quando seu filho primogénito Luís Cipriano contava apenas três anos.

Luís de Magalhães (1859-1935), muito menos conhecido que seu pai, será também homenageado nesta exposição através da divulgação de alguns documentos do seu espólio, pertencente à BNP, que ilustrarão a sua actividade literária, iniciada nos bancos da universidade de Coimbra, e política. Relevante jornalista literário, dedicou-se também à política por pressão dos seus grandes amigos, alguns dos quais conhecidos como “Vencidos da Vida”. Apoiante do movimento “Vida Nova” dada a sua amizade com Oliveira Martins, aquando do Ultimato de Inglaterra (1890) contribui para a criação da “Liga Liberal”, convencendo Antero de Quental a aceitar a presidência deste movimento. Foi Governador Civil de Aveiro em 1892 durante o governo de Dias Ferreira e Oliveira Martins, e em 1897 deputado independente por Vila do Conde, sendo depois eleito pelo círculo eleitoral da Póvoa de Varzim nas eleições de 1899 e 1900.

A partir do novo século, Luís de Magalhães, que nunca abandonou a vida literária, tendo já publicado o seu mais conhecido romance O Brasileiro Soares (publicado em 1886) com prefácio do seu amigo Eça de Queirós, lança-se numa vida política mais activa, defendendo os seus ideais monárquicos, tendo sido Ministro dos Negócios Estrangeiros no governo de João Franco e, após as incursões monárquicas de Paiva Couceiro durante a I República, assegurou a pasta do MNE durante o breve período que durou a fracassada “Monarquia do Norte” (1919).

Publicado em:  on Setembro 14, 2009 at 9:48 am Deixe um Comentário

São só eleições – Miguel Esteves Cardoso

Ainda ontem – 20090907

Eu que já tenho perdido tanto – na política, então, nunca acertei – já nem preciso de atrevimento para desejar dois resultados improváveis.
Tenho vergonha do partido que era o meu: o PPM, que agora pertence a fadistas que não prestam, nem como fadistas nem como monárquicos. Tenho pena do partido que o substituiu: o MPT, que vai atrás de Pedro Santana Lopes, só porque Pedro Santana Lopes foi atrás dele. E, de repente, dou comigo a querer que o PS ganhe em Lisboa.
E, como se isso não bastasse de choque ideológico, dou comigo a querer que o PS ganhe também nas legislativas. Que mal têm as maiorias relativas? Não será altura de pôr fim ao culto do absolutismo? Que mal têm as coligações? As coligações são triunfos políticos: a melhor seria PS/CDS. A segunda melhor seria o PS/BE, caso os segundos se deixassem de peneiras, ou fossem menos espertos.
Veja-se o debate de José Sócrates com Paulo Portas. Admiram-se; entendem-se; são inteligentes. São os dois melhores políticos que temos. O PSD está em obras e seria feio falar dele neste momento difícil.
À esquerda, foi impressionante que o PCP de Jerónimo de Sousa tão pouco se distinguisse do BE de Francisco Louçã. O Bloco de Esquerda é apenas a Juventude Comunista que não teve humildade para ser. O melhor resultado possível, na minha opinião, seria uma maioria relativa do PS. Mas há outros bons resultados possíveis.
São só eleições: alguma coisa se há-de arranjar. É para isso que elas servem.

Publicado em:  on Setembro 7, 2009 at 11:28 am Deixe um Comentário
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Venha inscrever-se no II Master de Verão em Política do IDP a ter lugar em Lagos

INSCRIÇÃO | PROGRAMA (pdf) http://www.democraciaportuguesa.org/

Venha inscrever-se no II Master de Verão em Política do IDP a ter lugar em Lagos no fim de semana de 11, (jantar de abertura) 12 (dia todo) e 13 de Setembro (manhã) de 2009.

Uma oportunidade para estar com associados de todo o país e de todas a idades

Será uma grande forma de iniciar um novo ano de actividades.

Existem ainda 32 vagas.

Valor p/Associados IDP: 60€ (50% Desconto)
Inscrição inclui 2 Jantares no Suite Hotel Aqualuz Lagos ****
(n/incluídos os almoços de sábado e de domingo, 15€ /cada)

PATROCÍNIOS: Hotel AQUALUZ | Herdade do Rocim Ler mais

Cordialmente

IDP, Comunicação & Imagem
www.democraciaportuguesa.org

Av. Elias Garcia, nº10, 1º Esq.
1000-149 Lisboa
PORTUGAL
Tel: 92 6720181

Publicado em:  on at 11:27 am Deixe um Comentário

VIVA O REI !!!

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Publicado em:  on Setembro 6, 2009 at 12:41 pm Deixe um Comentário
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Biografia de D.Manuel II – Video

Publicado em:  on Setembro 3, 2009 at 10:56 pm Deixe um Comentário

Mandatária para a Juventude pelo Partido Socialista de José Sócrates



Carolina Patrocínio é uma jovem com uns olhos espertos que gostam de andar sempre muito juntos, uma cara patusca, um sorriso simpático e fácil. É rica, famosa e aparece em tudo o que é programa de televisão e revista cor de rosa. Ninguém sabe se aparece por ser famosa, ou se é famosa porque aparece.

Os portugueses devem gostar muito de a ver em fato de banho, atendendo a que é quase impossível arranjar na net uma fotografia da moça, vestida com outra indumentária. Muitos desses portugueses devem ter, para além disso, um especial prazer em vê-la a “ausentar-se”, tal é a quantidade dessas fotografias em que aparece de costas.

Até há pouco tempo, não se lhe conhecia uma ideia sobre coisa nenhuma. Uma entrevista recente, e onde fala exaustivamente do que gosta e não gosta, embora mantendo o suspense quanto às suas ideias sobre a situação sócio/política nacional e internacional, as eleições que temos aí à porta e a sua importância para a juventude portuguesa, as saídas profissionais (ou a falta delas) para essa mesma juventude, etc, etc, etc… mesmo assim, deu-nos a conhecer outras características da jovem “apresentatriz”. Ficamos a saber que trabalha apenas para se divertir, pois “felizmente não precisa de trabalhar”, que “detesta frutas que tenham que ser descascadas” e a frase que anda toda a gente a discutir, “só como cerejas se a minha empregada lhes tirar os caroços“, aplicando-se o mesmo princípio às grainhas das uvas, que, segundo ela, “são uma grande trabalheira”.

Foi escolhida para Mandatária para a Juventude pelo Partido Socialista de José Sócrates.

Para além de, como quase toda a gente, também não vislumbrar o que é que Sócrates acha que a juventude portuguesa com idade para votar deve ver na jovem e mediática Carolina Patrocínio, que lhe sirva como modelo ou exemplo a seguir, gostaria de chamar a atenção para uma pequena frase da Mandatária, logo a seguir à tal das cerejas e que parece ter escapado aos espectadores, que terão, muito compreensivelmente, ficado apardalados com a problemática dos caroços e grainhas. Diz a Mandatária da Juventude:

“Sou muito competitiva. Detesto perder! Prefiro fazer batota, a ter que perder!”

Ora aí está! Quase que aposto ter sido esta a “qualidade” (para Sócrates um verdadeiro programa eleitoral…) que cativou o Primeiro Ministro e fez de Carolina uma incontornável Mandatária.

Publicado em:  on at 11:48 am Comentários (1)

Manifesto do Partido Progressista da Povoa de Varzim,1897

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Para ler carregar AQUI

Publicado em:  on Agosto 18, 2009 at 12:06 am Deixe um Comentário