II Master de Verão em Política do IDP

II Master de Verão em Política do IDP

Programa

Curso Livre do Instituto da Democracia Portuguesa

Local: Âncora Park Lagos.

Datas: 11, 12 e 13 de Setembro de 2009

Horas: 16 horas lectivas e 12 horas de debate e confraternização, num total de 28 horas.

Director Científico: Prof. Doutor Mendo Castro Henriques

Director do Curso: João Gomes de Almeida

Vagas: 60

Propina: 120 euros (70 euros para associados do IDP) – jantares incluídos e almoço de sábado

Custos adicionais: Almoços de Sábado e Domingo (15 euros cada)

Indumentária: Traje de passeio

Inscrições : Paulo Rosario 96 3914392

Email : idportugal@gmail.com

Dia 11 de Setembro – Sexta-feira

12:00 – 18:00 – Acreditação dos Alunos, Palestrantes e Professores. Check-in no Hótel. Tarde livre.

19:00 – 20:30 – Políticas do Desenvolvimento do Algarve – Drº João Evangelista, Drº Mendes Bota, Paulo Rosário, Moderação por Eng. Frederico Brotas de Carvalho, Direcção do IDP.

20:45 – Jantar de apresentação do “Master de Verão em Política”. Intervenções de Fernando Nobre, Presidente da Assembleia Geral do IDP, do Director do Curso João Gomes de Almeida e pelo Presidente da Direcção do Instituto da Democracia Portuguesa Mendo Castro Henriques.

22:30 – 23:30 – Debate sobre o tema “Constituição 2.0 – Cultura, Economia, Política”. Com Drª Luísa Janeirinho, Raquel Paradela Lopes (JP), Dr. Ricardo Gomes da Silva, Dr. João Titta Maurício, Dr.ª Ana Zita Gomes (Deputada PSD)… (painel ainda não fechado)

23:30 – Festa do II Master de Verão IDP.

Dia 12 de Setembro – Sábado

10:10 – 12:00 – PAINEL Lemos, Vemos e Ouvimos; não podemos Ignorar! – Prof. José Adelino Maltez (ISCSP),- Prof. Mendo Castro Henriques (UCP – Lisboa). Dr. Pedro Vaz, Prof. Manuela Magno.

12:10 – 13:00 –.- Comunicação Política – João Villalobos, Consultor de Comunicação IPSIS/Brandia. (a confirmar)

13:30 – 15:00 – Almoço de Homenagem ao Arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles com intervenção do próprio e de outros. Entrega da medalha de mérito do Master de Política do IDP.

15:10 – 16:00 – Política 2.0 – Dr. Rodrigo Moita de Deus, bloguer do 31 da armada.

16:10 – 17:30 – – Tema a definir – Dr. Pedro Lomba, Faculdade de Direito de Lisboa e Instituto Universitário Europeu. Dr. Henrique Raposo, IPRI e colunista Expresso.

17:30 – 18:00 – Intervalo para Prova de Vinhos.

18:10 – 19:30 – Painel de debate sobre blogosfera política com Drª Marta Rebelo, Deputada do Partido Socialista, presidente da mesa do PS/Lisboa e docente da Faculdade de Direito de Lisboa e Dr. Rui Castro (a confirmar), advogado, dirigente do CDS e coordenador do Blog de Direita da Revista Sábado.

20:30 – 21:30 – Jantar Convívio

23:00 – Momento músical e Prova de Cocktails.

00:00 – Festa do II Master de Política de Verão do IDP com o tema “Remember 80’s”. Bar aberto.

Domingo dia 13 de Setembro

11:10 – 12:00 – Workshop sobre Liderança nas instituições – Manuel Augusto Almeida.

12:10 – 13:00h – Política Agrícola em Portugal: Presente e Futuro – Eng. João Maria Condeixa e Jack Soifer

13:10h – Almoço / Tertúlia com entrega dos diplomas pelo Presidente Honorário do IDP D. Duarte de Bragança com a ementa elaborada pelo Chefe Hélio Loureiro, cozinheiro da Selecção Portuguesa de Futebol.

Publicado em:  on Agosto 16, 2009 at 2:58 pm Deixe um Comentário
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SIC – Bandeira monárquica hasteada na Câmara Municipal de Lisboa

Bandeira monárquica hasteada na Câmara Municipal de Lisboa
Um grupo auto-denominado Movimento do 31 da Armada hasteou esta segunda-feira de madrugada uma bandeira da Monarquia na varanda da Câmara de Lisboa, uma iniciativa destinada a “restaurar a legitimidade monárquica”.

A colocação da bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho, reivindicada ao início da tarde pelos autores do blogue “31 da Armada”, decorreu durante a noite “apesar da forte vigilância policial”, e foi filmada pelo próprio movimento, que disponibiliza as imagens em vídeo.

A colocação da bandeira azul e branca na varanda dos Paços do Concelho, reivindicada ao início da tarde pelos autores do blogue “31 da Armada”, decorreu durante a noite “apesar da forte vigilância policial”, e foi filmada pelo próprio movimento, que disponibiliza as imagens em vídeo.

Segundo um comunicado do grupo, divulgado a partir do seu “posto de comando”, a “inédita acção de guerrilha ideológica” constituiu um contributo para as comemorações do centenário da República, a assinalar em 2010, e permitiu “restaurar a monarquia”.

“Há 99 anos atrás, no dia 5 de Outubro, um punhado de homens, contra a vontade da maioria dos portugueses, tinha feito a mesmíssima coisa proclamando a República. E o resto do país ficou a saber por telegrama”, refere o 31 da Armada, acrescentando que a Internet foi agora o meio de divulgação escolhido.

Numa comunicação posterior, perto das 16h00, o movimento referiu que a bandeira já tinha sido retirada, mas deixou um aviso: “Durante uma noite e uma manhã houve monarquia em Portugal. Não foi mau para início de conversa. Até 5 de Outubro de 2010 ainda têm muito que aturar”.

O “31 da Armada” sublinhou ainda que “quem retirou a bandeira azul e branca da varanda da Câmara incorre no crime de profanação de símbolo nacional”.

Câmara apresenta queixa

Segundo um comunicado da Câmara, a bandeira com as armas da monarquia foi retirada hoje de manhã da varanda principal do edifício, após ter estado hasteada “algumas horas”, “substituindo indevidamente a bandeira com as armas da cidade que entretanto desapareceu”.

“Na sequência do incidente, o município de Lisboa tomou medidas no sentido de averiguar as circunstâncias em que este ocorreu, tendo participado o caso às autoridades competentes”, refere o documento.

Um acto fácil

O Movimento 31 da Armada revelou que foi “muito mais simples do que se pode imaginar”, tendo exigido apenas um escadote de três metros e “alguma cautela”.

“Foi uma operação muito simples, feita pela fachada com um escadote de três metros e com alguma cautela, tendo em conta que há uma esquadra e o Ministério da Justiça ali perto”, explicou Rodrigo Moita de Deus.

Rodrigo Moita de Deus sublinhou que a bandeira da Câmara Municipal que foi retirada “foi tratada com dignidade”, mas recusou-se a especificar o seu destino.

Lusa

Publicado em:  on Agosto 10, 2009 at 10:52 pm Deixe um Comentário

Chiça ! que grande bacorada !

Maria João Pires no Blogue Jugular insurgiu-se da seguinte forma :

“Chiça

14 anos depois da morte de Alcino Monteiro a SIC insiste em referir-se a ele como “cidadão cabo-verdiano”. Era português, negro e português!”

Ao qual respondi da seguinte forma :

Chiça ???

A mim faz-me confusão alguém estar preocupado com a origem geográfica da pessoa e não estar preocupado com a sua identidade ! Acho uma falta de sensibilidade apelidar alguém de cor como “negro”, para quem não sabe …  dizer isso a alguém de cor é ofende-lo ! O simples facto de “negro” tem conotação da escravatura ao contrário de “preto” que eles preferem e conhecem como sinal de respeito.
Não sou de modo nenhum racista, ao longo da vida tive amigos pretos que sempre me respeitaram pelo facto de os tratar como iguais … Facto que não podemos de forma alguma escamotear é o profundo racismo existente em África entre as várias etnias, quem veio de lá ou tem familiares sabe bem o que digo … sinal profundo desse fosso foi o massacre no Ruanda.
Quanto ao resto preocupem-se com os vivos porque dos mortos já não há nada a fazer …

Publicado em:  on Agosto 9, 2009 at 9:48 pm Deixe um Comentário
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Miguel Esteves Cardoso é de Esquerda !

Miguel Esteves Cardoso (o «méquinho», para os adversários), anglófilo por formação, e ícone dos jovens da reaccionária geração cavaquista da passada década de 1980, quando o capitalismo neo-liberal e o consumismo de hipermercado invadiu Portugal, eliminando os vestígios dos anos de luta política, e anestesiando todo um país com os subprodutos e os gadgets do consumismo mais desenfreado do american way of life, confessa agora, em entrevista à revista Visão, que virou à esquerda.
Vamos ver se os seus antigos admiradores, muitos deles, hoje bem integrados na vida, seguindo à risca o que MEC lhes pregava, vamos ver se esses mesmos pacóvios não seguirão também o seu ex-herói de pacotilha, e abrem os olhos para ver em que é que Portugal se transformou, por efeito da recuperação capitalista de Cavaco e companhia… à custa dos ingénuos de sempre.

As palavras de MEC:

“Virei à esquerda, na vida. Na política, muito! Estou ao lado dos pobres e dos fracos. A direita política não toma conta deles. Percebi que é um conjunto de queques e betos, vivendo uma existência paralela. Posso ser conservador, defendendo o pobre, o trabalhador. A esquerda aliás, é conservadora: não gosta que se estraguem as coisas, defende os pequenos produtores, o que é português, isso tudo. Esta crise deu para notar que a direita está cada vez mais cristalizada na defesa do patrão e do capitalismo. Esses cabrões estão a jogar com abstracções totais, mas que afectam as nossas vidas.”
Miguel Esteves Cardoso, in «Comer, beber, esquerda… volver!» entrevista de Miguel Carvalho, Visão.

As primeiras páginas do recente livro «Em Portugal não se come mal», de MEC,

www.scribd.com/doc/6179360/Em-Portugal-Nao-Se-Come-Mal

Publicado em:  on Agosto 8, 2009 at 3:54 pm Deixe um Comentário

Posso escrever isto? – Miguel Esteves Cardoso

No editorial de ontem, José Manuel Fernandes anunciou que o PÚBLICO vai desobedecer à directiva da ERC que quer calar os comentadores que são candidatos eleitorais. Também a confederação das empresas de comunicação considerou “inaceitável” essa mesma directiva.
É sempre mau quando alguém quer que outros não escrevam. No editorial de ontem, José Manuel Fernandes anunciou que o PÚBLICO vai desobedecer à directiva da ERC que quer calar os comentadores que são candidatos eleitorais.
Ou que não se possa publicar o que escrevem. É censura. Discutir as circunstâncias é cair na armadilha de avaliar o que deve ou não deve ser censurado.
É estranho que uma entidade que se diz de comunicação social se dedique tão intensamente a restringir a comunicação social. Faz medo. Se a ERC determinasse que todos os candidatos eleitorais deveriam ter uma coluna nos jornais a estupidez seria a mesma, mas, apesar de tudo, faria menos medo. É impedir que se escreva, e impedir que se publique que faz medo. Para que servem então os directores de jornais e os tribunais, para não falar dos próprios comentadores, que têm o direito de decidir como se vão comportar no que escrevem?
Leva um bocadinho de tempo a perceber o que é a liberdade de expressão e Portugal só a tem há 35 anos. Ainda subsiste a ideia que “há coisas que se escrevem” e “coisas que não se escrevem”. Ainda subsiste a noção que é bom que haja outros escribas, moralmente melhores do que nós, que nos digam o que (e quando) devemos ou não escrever. A liberdade, neste caso, é não ligar ao que diz a ERC. Se ainda ligamos, é porque também nós ainda não estamos inteiramente livres.

Publicado em:  on at 3:52 pm Comentários (1)
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Panfleto da Esquerda Democrática de 1925

“Nós não queremos a República, apanagio de uma nova fidalguia de latrocinio – desejamos a Democracia em marcha constante sobre o Futuro !”

Para ler Carregar AQUI e carregue com o botão do rato para ampliar.

Publicado em:  on Julho 26, 2009 at 10:35 pm Deixe um Comentário

Camarada Manuel Alegre, Adeus não … espero sim um Até já !

Caro Camarada Manuel Alegre

É já com alguma saudade que o vejo sair do Parlamento de todos os Portugueses, sou um “puto” com 33 anos que cresceu a vê-lo nos debates políticos desde que me conheço … Graças a si e a muitos colegas seus eu já com 9 anos colava-me à televisão para ver os debates até altas horas da manhã, não se podia esperar grande construção do pensamento político com essa idade mas a sua geração era sem dúvida um dos faróis que iluminava o meu imaginário. Fui crescendo tomando conta da minha consciência política adolescente, fui vibrando com os seus discursos de rajada de G3, vibrava também com a “Picareta falante” como chamavam os PSD’s ao camarada António Guterres e por final e sem menos a presença do saudoso Carlos Candal amigo do meu pai que constantemente me inspirava nem que fosse e tão só com o seu Manifesto contra os pára-quedistas que invadiam a Normandia Aveirense.

Sim sou Aveirense, e com orgulho ! Orgulho pela tradição do pensamento Liberal que sempre acompanhou estas gentes, pela noção de algo que o seu valor não é mensurável … A Liberdade !

Ouvi-o a dizer à TSF que quando entrou há 34 anos no Parlamento de que lhe deram os discursos do meu conterrâneo José Estevão, o maior parlamentar da história do Constitucionalismo português … um Aveirense como eu. Mas deixo-lhe para já uma parte do seu pensamento político :

“a tendência da civilização moderna é a extinção de todas as aristocracias e a propagação da unidade social; e com esta tendência repugna o censo. Vou terminar. Uma só nação, um só rei é um só direito: eis aqui a minha monarquia. E quem a não quer assim, arrenego dele!” 6 de Fevereiro de 1840, José Estevão

Em 1996 filei-me no Partido Socialista pela mão do Filipe Neto Brandão também amigo do meu pai, queria participar na luta pelo Socialismo Democrático. Foi com uma certa tristeza de que me apercebi que dentro da JS e do PS havia uma autêntica feudalização da política, não se reconhecia o mérito mas sim outras coisas como defender uma sede em 1975 com uma G3 ou então sendo filho de um presidente de câmara do PS. A política para mim sempre foi um ideário, sempre me bati pela rectidão dos princípios … o principal que está muito fora de moda é a Palavra e contra a qual não sou capaz de a contrariar, é como um pedaço de carne que tiram de mim.

Liberdade sim ! Democracia sim ! Constitucionalismo sim ! República ? ….

Votei em si em 2005 contra Cavaco Silva, era a escolha lógica dentro do meu pensamento político. Não gostei da maneira como foi enxovalhado por Sócrates na noite das eleições quando o seu discurso foi interrompido pela amena “cavaqueira” prussiana de Sócrates ao fazer o seu discurso como secretário geral do PS, então as eleições presidenciais não são apartidárias ????? . Nessa noite deixei de votar em eleições para a presidência da república … vou lhe explicar o porquê :

Um presidente da república pressupõe-se imparcial e como tal a sua eleição não pode de alguma forma ser partidária. Isto tudo é muito lindo mas a realidade nunca se verifica. Sendo o Chefe de Estado o fiel da Balança Esquerda-Direita como é possível alguma vez existir imparcialidade ? O único presidente da república eleito de forma democrática que nunca teve militância política até à data da sua eleição era o sr. General Ramalho Eanes … mas 2/3 dos deputados aliaram-se para o calar e tiraram-lhe poderes, como por exemplo a escolha do CEMFA … devia ser o Comandante Supremo a fazê-lo não ? Eu acho que sim porque o governo ao fazê-lo está indirectamente a partidarizar as Forças Armadas.     Há mais casos que nos fazem pensar se efectivamente entre uma 4ª República que está aí a chegar e uma Monarquia a primeira escolha seria a mais lógica …. Como será possível alguma vez um presidente da república ser imparcial politicamente sem militância política ? Como é possível fragilizar um Chefe de Estado como por exemplo com o caso BPN ? Sim Cavaco teve acções da SLN ! E negou tal facto ! Isso é impensável numa monarquia moderna constitucional como são os casos das europeias onde as contas dos monarcas são vistas à Lupa !

Mas há mais, como é que a nossa Pátria poderá ter estabilidade com um Chefe em Acções de Formação de 5 em 5 anos ? Se houver uma crise como houve na Bélgica com governos a demitirem-se sucessivamente vamos carregar no botão “stand-bye” e vamos para umas eleições presidenciais ? Não ! Se houve alguma coisa que manteve a estabilidade na Bélgica foi a continuidade poder na pessoa do Rei dos Belgas … Cavaco é presidente da República Portuguesa, não me parece ser presidente de todos os portugueses … até porque na sua eleição houve quase 40% de abstenção e se formos a ver só 28% da população portuguesa votou nele … sim é presidente de só 28% … no geral os monarcas europeus gozam de popularidades superiores à volta de 80% como Juan Carlos que foi eleito democraticamente Rei de Espanha quando a Constituição Democrática de 1978 foi a referendada e aprovada pelos Espanhóis …

A Democracia não se contrói exclusivamente em República ! Até porque há países ditos republicanos onde o Chefe de Estado é só unicamente eleitos pelo Parlamento, caso da Alemanha e Itália … já nem falo das monarquias comunistas ditatoriais de Cuba e da Coreia do Norte … mas adiante …

E agora o que nos espera ? espera-nos governos sem a maioria absoluta, espera-nos o rotativismo do Partido Progressista como é o Partido Socialista e o Partido Regenerador como é o caso do PSD ! Onde já eu vi este filme ? … há 100 anos onde deitaram as culpas em dois mártires e caçaram-nos como animais no local onde os herdeiros ideológicos dos assassinos pretendem comemorar a sua ascensão ao poder … afinal já dizia José Relvas que “os outros já tinham comido durante muito tempo agora era a nossa vez”. Mas em 2006 a OCDE dizia num estudo que os países com mais Justiça Social são as Monarquias Europeias … Portugal era o 27 dessa lista …  e nos 10 primeiros países com economias mais fortes 7 era monarquias …. Fala-se em casamentos de homossexuais … pois mas veja quais os países mais progressistas na Europa sobre essa  matéria … São Monarquias e não Repúblicas …

Espera-nos uma crise, há fome, há desemprego exponencial e ninguém acredita mais no enjoo matinal do Sr. Silva em Belém e muito menos no cacete-te pirata Socratiano. Como militante Socialista convicto da Liberdade votei em branco nas eleições Europeias … podia faltar ao acto mas o dever que muitos portugueses ainda têm de aprender é a sua obrigação para com o Estado de votar … e votei … Branco.

Futuramente ou o PS muda radicalmente de rumo ou continuo a votar em branco, não rasgarei o cartão de militante porque se o Camarada Manuel Alegre não faz quem sou eu para o fazer ? mesmo o camarada sendo republicano e eu monárquico mas sobre isso acho que me entende porque de outra forma não teria escrito o seu livro “Alma” … é das poucas pessoas que deve entender melhor a bipolaridade Monarquia República. Estive para cortar o meu cartão de militante, o meu grito de revolta foi esta foto minha : http://olhares.aeiou.pt/ja_faltou_pouco__foto1989131.html

Sim sou Liberal de pensamento mas Monárquico como José Estevão, como seu filho Luis de Magalhães, como Passos de Manuel, como Antero de Quental … mas patriota até aos meus genes como Paiva Couceiro … Salazar dizia que Paiva Couceiro era comunista e o homem era um Patriota Monárquico de primeira gema … Ah e Monárquico como Aristides de Sousa Mendes … são todos proto-republicanos como Vital Moreia chamava a Passos Manuel ? Não … o seu busto está na Biblioteca da casa que deixa agora depois de 34 anos … José Estêvão está com a sua estátua ao lado no Jardim

Passos de Manuel na sua Declaração de Princípios dizia : “A Rainha é o chefe da nação toda. E antes de eu ser de esquerda já era da Pátria. A Pátria é a minha política.”

Sim é possível ser de Esquerda e Monárquico, é possível acreditar na Liberdade e na Democracia mas acima de tudo na igualdade ! Será isto uma incoerência ? Não porque não há igualdade na eleição de presidentes da república, o simples facto de poder votar na eleição do Chefe de Estado não faz de mim e nem de qualquer cidadão um presidente. Há lobby’s políticos, proto-religiosos e económicos que são os trampolim pelos quais não me rejo … e a esmagadora maioria do Povo também não … Logo Não Há Igualdade de Oportunidades ! Prefiro alguém que seja superior a isso tudo …

Por final em homenagem a si Camarada amigo deixo-te o que é teu :

Trova do vento que passa

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio — é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de sevidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre

Talvez o futuro me indique quando deixar de votar em Branco … espero não ofender os meus companheiros monárquicos mas só espero que a consequência seja a sua eleição como Presidente NÃO da República Portuguesa mas SIM de todos os Portugueses enquanto não é possível um Rei de todos os Portugueses …

Adeus não … espero sim um Até já !

Abraço
Rui Monteiro
Militante nº 34035

Publicado em:  on Julho 25, 2009 at 4:13 pm Deixe um Comentário

Contos Proíbidos – Memórias de um PS desconhecido, livro de Rui Mateus … de novo na net aqui

Publicado em:  on Julho 22, 2009 at 9:47 pm Deixe um Comentário

O príncipe que enganou Franco

Em 1969, a guerra civil de Espanha já tinha terminado há mais de três décadas. Francisco Franco, que liderou as forças nacionalistas até à vitória nessa sangrenta contenda, era o líder supremo e indisputado do país. Restava a dúvida, contudo, sobre o que se passaria depois da sua morte.
Há que lembrar, para se compreender bem a situação, que as forças nacionalistas que venceram a guerra não eram uniformes. Ao lado dos elementos do exército regular, combateram milhares de falangistas, seguidores de uma ideologia muito semelhante ao fascismo italiano e que incluía uma significativa corrente republicana de direita.

Lutaram também voluntários católicos que, simplesmente, não se reviam no regime que levou a cabo a maior perseguição à Igreja Católica de história de Espanha; monárquicos constitucionalistas, defensores do regime que imperou até à abdicação de Afonso XIII, e os lendários requetés, monárquicos tradicionalistas defensores da dinastia carlista.

Franco acabou por tomar uma decisão peculiar. Restaurar a dinastia de Afonso XIII, sim, mas não na pessoa do então herdeiro Juan, conde de Barcelona. O professor e historiador Mendo Castro Henriques, explica que “existiu um acordo tácito entre o conde de Barcelona e Francisco Franco de que seria instaurada a chefia de Estado real, mas com um rosto novo”, uma vez que Franco não confiava em Juan de Bourbon para manter o seu regime autoritário.

Por isso, quando no dia 22 de Julho de há 40 anos Franco tornou pública a decisão de que o jovem príncipe Juan Carlos lhe sucederia no poder, não foi grande a surpresa.

“A decisão era esperada, mas não se sabia a identidade que Juan Carlos criaria. Juan Carlos viveu até aos dez anos em Portugal com seus pais, de quem recebeu os princípios da monarquia parlamentar. Depois, foi para Espanha, a fim de ser educado como herdeiro do trono e comandante das forças armadas. Durante os anos do fim do franquismo, foi visto como um ‘bom aluno’ de Franco. Mas o próprio generalíssimo galego foi enganado. Juan Carlos construiu a sua identidade e rede de contactos que lhe permitiram liderar a transição democrática”, explica o professor da Universidade Católica e do Instituto de Democracia Portuguesa.

Esta identidade de Juan Carlos revela-se, já Rei, quando põe fim ao levantamento militar que protestava contra a democratização do país. Aí, torna-se definitivamente Rei, não só dos monárquicos, mas de todos os espanhóis, passando a contar com a fidelidade até do partido comunista.

O seu pai, o Conde de Barcelona, morreu em 1993, 28 anos depois de Franco, o homem que o impediu de ser Rei, mas que não pode impedir que a sua visão para Espanha se concretizasse.

Fonte : Rádio Renascença
Publicado em:  on at 9:31 am Deixe um Comentário
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O presidente de Honra do Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), D. Duarte, Duque de Bragança, procedeu este sábado, na cidade de Lisboa, à entrega oficial do Prémio “Abraço Lusófono”

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Na cerimónia, D. Duarte, Duque de Bragança, destacou a importância dos Jogos da Lusofonia, enquanto elo de ligação entre os povos falantes da língua portuguesa, ao mesmo tempo que manifestou o seu desejo de ver povos como os da Galiza e Antilhas nestes jogos.

(17 de Julho de 2009)

A cerimónia da entrega do prémio

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D DUARTE PIO
SAR D. Duarte Pio e Francisco Cunha Rêgo

D DUARTE PIO
D. Duarte Pio

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Prof. Mendo Castro Henriques

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SAR D. Duarte Pio

O presidente de Honra do Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), D. Duarte, Duque de Bragança, procedeu este sábado, na cidade de Lisboa, à entrega oficial do Prémio “Abraço Lusófono” ao Comité Olímpico Português, numa decisão dos restantes comités membros, como forma de louvar a organização pela realização dos II Jogos da Lusofonia.

Na cerimónia, D. Duarte, Duque de Bragança, destacou a importância dos Jogos da Lusofonia, enquanto elo de ligação entre os povos falantes da língua portuguesa, ao mesmo tempo que manifestou o seu desejo de ver povos como os da Galiza e Antilhas nestes jogos.

Já o novo presidente da Associação dos Comités Olímpicos da Língua Portuguesa, o macaense Alex Vong La Lex, mostrou todo o seu entusiasmo em assumir a presidência desta organização para os próximos quatro anos, com vista a desenvolver, cada vez mais actividades, para a promoção do desporto no âmbito da Lusofonia.

A formação a nível da medicina desportiva e da ciência desportiva foi apontada como grandes desafios do novo presidente da ACOLP que deixa para a Assembleia da ACOLP o pronunciamento quanto à possibilidade da entrada de novos países nos Jogos da Lusofonia.

De acordo com o regulamento da ACOLP, o “Prémio Abraço Lusófono” é entregue a comitiva nacional que represente melhor a ideia da paz, fraternidade, boa convivência e respeito pelas comitivas dos demais países lusófonos, os comités olímpicos decidiram entregar o prémio a Portugal.

Fontes:
http://www.inforpress.publ.cv/index.php?option=com_content&task=view&id=16978&Itemid=40
http://www.lisboa2009.org/index.php?option=com_galeria&dir=condecoracao

Publicado em:  on Julho 19, 2009 at 5:33 pm Deixe um Comentário